Colaborações de investigação
Inovação

Colaborações de investigação

As colaborações de investigação que promovem as questões de saúde global são fundamentais para o nosso trabalho – especialmente para permitir o acesso a perspetivas diferentes, áreas de conhecimento diferentes e tecnologia e conceitos emergentes. Unimos forças com empresas farmacêuticas, hospitais, centros de investigação e universidades para promovermos a nossa capacidade de atender as necessidades de profissionais de saúde e doentes. Aqui estão alguns exemplos.

Acordo de licença para uma nova bioterapia em dermatite atópica

Celebrámos um acordo de licença com a Chugai envolvendo o nemolizumab, um novo mecanismo de bioterapia para dermatite atópica moderada a grave. A licença é para o desenvolvimento e comercialização a nível mundial, com exceção do Japão e Taiwan. Ficámos entusiasmados com os resultados do estudo de Fase IIa publicados no NEJM no início deste ano. Esperamos que esse estudo confirme a eficácia e a segurança do nemolizumab e abra caminho a estudos confirmatórios de Fase III e, assim, torne o nemolizumab numa solução de primeira linha para dermatite atópica.

Colaboração com as principais instituições académicas dos EUA em questões de dermatite atópica

Assinámos um acordo de investigação conjunta de longa duração na dermatite atópica com a Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova Iorque, e com a Northwestern University Feinberg School of Medicine, em Chicago. O acordo tem como objetivo aprofundar os nossos conhecimentos científicos dos mecanismos subjacentes à dermatite atópica, com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos doentes.

Ainda não sabemos por que razão a doença persiste em alguns doentes, mas desaparece antes da fase adulta noutros. Os investigadores vão colaborar para tornar mais claro o seu desenvolvimento e evolução. A nossa bolsa de investigação é uma das maiores contribuições financeiras feitas por uma única empresa biofarmacêutica nos últimos anos para investigação puramente académica em dermatologia.

A genética na acne com o St John's Institute of Dermatology, King's College, Londres

Estudos com famílias e gémeos sugerem que a genética desempenha uma função substancial na suscetibilidade para a acne, embora os esforços para caracterizar essa base genética tenham sido, até agora, limitados. St John’s usou uma rede nacional de dermatologistas do Reino Unido para recrutar participantes com acne grave e realizar um estudo de caso-controlo de associação ao nível do genoma, levando à descoberta de três novos sinais de associação significativos ao nível do genoma para a acne. Isto abre novas possibilidades para tratamentos no futuro. Assim que os loci genéticos específicos forem confirmados, os dados funcionais da Galderma serão usados para interpretar o significado biológico das associações genéticas observadas. A expetativa é de que os conjuntos de dados genéticos (St John’s) e funcionais (Galderma) sejam complementares e permitam chegar a conclusões globais significativas.